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[12/6] - Música inédita de Cazuza com a participação de Ney Matogrosso

  .
   Universal Music lança “Dia dos Namorados”,
   música inédita de Cazuza, com a participação de
   Ney Matogrosso Música também ganhou clipe original e faz
   parte da coletânea “Cazuza Exagerado”, a partir de hoje nas
   lojas e serviços de streaming
  
   Ouça o álbum:
   umusicbrazil.lnk.to/Exagerado2017PR
  
   Assista:
  
  
   A Universal Music lança hoje (12/06) o single e o clipe de
   “Dia dos Namorados”, uma canção inédita de Cazuza, com a participação
   de Ney Matogrosso.
  
   A faixa, que acaba de chegar às plataformas digitais,
   é o carro-chefe da coletânea “Cazuza Exagerado”, também disponível
   a partir de hoje nos formatos físico e digital, com músicas do
   artista sobre o vasto universo do amor.
  
   “Dia dos Namorados” é uma composição de Cazuza (1958 – 1990) e
   Perinho Santana (1949 - 2012), gravada em julho de 1986,
   para o segundo álbum solo de Cazuza, “Só se for a dois”,
   mas ficou de fora do repertório final.
  
   A partir da gravação original, com a voz de Cazuza, o produtor
   Nilo Romero deu nova vida à canção e convidou Ney Matogrosso
   para dividir os vocais.
  
   Os dois cantores, que tiveram um breve romance, nunca chegaram a
   gravar juntos.
  
   O novo clipe, que teve a direção do cineasta Leandro Corinto,
   foi gravado com vários casais de namorados e remete ao clima de amor
   diversidade de relacionamentos e à ideia de que tudo está
   sempre em movimento.
  
   “A letra da música fala sobre o amor, a terra girar e o clipe
   segue esse conceito, de emocionar, provocar um sentimento
   de fraternidade e mostrar que o amor sempre esteve aí.
  
   Os atores são namorados de verdade e, nas filmagens, seguram um zootrópio,
   um aparelho óptico que permite visionar um movimento contínuo,
   para ter imagens girando.
  
   A ideia também foi brincar com instrumentos analógicos,
   numa época em que tudo é digital, com animação e uma mescla de
   linguagens”, explica o diretor.
  
   O álbum “Cazuza Exagerado” conta com 13 faixas e resgata grandes
   sucessos do cantor e compositor, como “Codinome Beija-Flor”,
   “Exagerado”, “O Nosso Amor a Gente Inventa” (Estória Romântica),
   “Faz parte do meu show”, e também algumas canções menos conhecidas,
   como “Cúmplice” e “Só se for a dois”.
  
   CONFIRA O RELEASE COMPLETO DO ÁLBUM
  

   Mesmo em planos diferentes, as trajetórias de Cazuza e
   Ney Matogrosso estarão, para sempre, unidas.
  
   Namorados, ainda que por um breve periodo, os dois tinham/têm
   em comum a coragem e a lucidez de quem vive à frente dos seus tempos.
  
   Nada mais natural, portanto, que o veterano artista seja o
   intérprete escolhido para uma participação mais que
   especial em uma gravação inédita do “exagerado”.
  
   “Dia dos Namorados”, feita em parceria com Perinho Santana,
   ganhou peso com esse encontro e virou o carro-chefe da coletânea
   “Cazuza Exagerado”, novo lançamento da Universal, em CD e álbum digital.
  
   Foi depois da gravação de Ney para a emblemática “Pro Dia Nascer Feliz”,
   em 1983, que as composições
   de Cazuza começaram a chamar atenção.
  
   O eterno camaleão da MPB faria outros registros, como os de
   “Porque Que a Gente é Assim?”, “Fratura Não Exposta” e “Tudo é Amor”,
   todos com Cazuza ainda entre nós.
  
   E foi ele que, em 1998, oito anos após a morte do artista,
   lançou uma letra inédita: a bela “Poema”.
  
   E seguiu discos afora recriando joias como “O Tempo Não Para”
   e “Mulher Sem Razão”.
  
   Mas só agora, depois de mais de 30 anos de histórias, as vozes dos
   dois se unem.
  
   “Todo dia em qualquer lugar / Eu te encontro mesmo sem estar /
   O amor da gente é pra reparar / Nos recados que quem ama dá”,
   dizem os versos iniciais.
  
   “Se o planeta só quer rodar / Nesse eixo que a gente está /
   O amor da gente é pra se guardar / Com cuidado pra não quebrar”,
   segue a apaixonada letra.
  
   “Hoje é o Dia dos Namorados / Dos perdidos e dos achados /
   É o Dia dos Namorados / Dos perdidos e dos achados”,
   explode o refrão da canção.
  
   Gravada originalmente em julho de 1986, “Dia dos Namorados” na
   época não entrou no disco “Só Se For a Dois”, de 1987.
  
   O "novo" registro, um tesouro até então guardado no fundo do baú,
   foi trazido à tona por um nome que conhece bem o universo
   do saudoso cantor: Nilo Romero.
  
   Um dos parceiros de Cazuza em clássicos como “Brasil” e “Solidão Que Nada”,
   é ele quem produz a faixa, além de ser o baixista e arranjador.
  
   Ao seu lado, figuram Billy Brandão (guitarras),
   Lourenço Monteiro (bateria), Rodrigo Tavares (teclados),
   Marlon Sette (trombone), Altair Martins (trumpete e flughel)
   e José Carlos Bigorna (sax tenor e flauta).
  
   O arranjo dos metais foi feito por Nilo e Rodrigo Tavares.
  
   E o resultado de tudo isso, com certeza, deixaria o poeta feliz.
  
   Cazuza, entretanto, não era apenas um autor inspirado.
  
   Era também um cantor de voz marcante, que ia da suavidade de
   “Codinome Beija-Flor” à passionalidade de “Exagerado”.
  
   As duas, claro, estão incluídas na nova coletânea.
  
   E é assim, no mesmo clima de “Dia dos Namorados”, que o álbum
   “Cazuza Exagerado” revive todos os jeitos de amar do artista.
  
   “O Nosso Amor A Gente Inventa (Estória Romântica)”, um dos
   hits presentes, deixa claro: “O teu amor é uma mentira /
   Que a minha vaidade quer / E o meu, poesia de cego /
   Você não pode ver”.
  
   Logo em seguida, em “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, ele entoa:
   “Eu quero a sorte de um amor tranquilo / Com sabor de fruta mordida /
   Nós na batida, no embalo da rede / Matando a sede na saliva”.
  
   Essa, aliás, é uma das mais importantes de sua obra, com registros
   de Gal Costa, Caetano Veloso, Olívia Byington e Leila Pinheiro,
   entre outros.
  
   A coletânea também resgata faixas menos bombadas, como “Cúmplice”,
   de seu primeiro álbum solo, de 1985.
  
   Feita em parceria com Zé Luiz, ela avisa de cara:
   “Hoje eu acordei querendo encrenca / Escrevi teu nome no ar /
   Bati três vezes na madeira / Senti você me chamar”.
  
   Outra ótima (re)descoberta é “Heavy Love”.
  
   “Eu não sei se o nosso caso vai durar ou não / Se o que sinto
   por você é doença ou paixão”, reflete a letra. “Só Se For a Dois”,
   música que batiza o segundo solo do artista, também foi resgatada.
  
   “As possibilidades de felicidade / São egoístas, meu amor /
   Viver a liberdade, amar de verdade / Só se for a dois”,
   diz a canção, também gravada por Elba Ramalho.
  
   “Mulher Sem Razão”, do disco “Burguesia” (de 1989),
   é outro destaque.
  
   A música, que fez sucesso na voz de Adriana Calcanhotto,
   manda um papo reto: “Saia, desta vida de migalhas / Desses homens
   que te tratam / Como um vento que passou”.
  
   Meio bossa nova e rock´n´roll, “Faz Parte do Meu Show” –
   do álbum “Ideologia”, de 1988 – não poderia ficar de fora.
  
   Trata-se, sem dúvida, de uma das mais belas letras do compositor,
   com frases como “Faço promessas malucas / Tão curtas quanto um sonho bom /
   Se eu te escondo a verdade, baby / É pra te proteger da solidão”.
  
   Do mesmo disco, foi pinçada “Minha Flor, Meu Bebê”, sobre as dores
   e delícias de um amor submisso: “Dizem que tô louco / Que você manda em mim
   / Mas não me convencem, não / Que seja tão ruim”.
  
   A coletânea traz ainda o megahit “Solidão Que Nada”,
   que traça um painel da vida amorosa de um rock star: “Cada aeroporto
   é um nome num papel / Um novo rosto atrás do mesmo véu”.
  
   Entre as 13 faixas, Cazuza é lembrado como intérprete em
   “O Mundo é um Moinho”, que ele gravou especialmente para o projeto
   “Cartola – Bate Outra Vez”, songbook do compositor mangueirense
   lançado em 1988.
  
   Os dois, não custa lembrar, eram quase homônimos em suas carteiras
   de identidade: Cazuza nasceu Agenor e Cartola, Angenor.
  
   Por tudo isso, “Cazuza Exagerado” mostra como o artista não
   tinha medo de buscar o amor onde quer que estivesse.
  
   E a faixa “Dia dos Namorados” resume bem isso: “Diz que a era
   é pra sonhar / Que na Terra é só simplificar /
   O amor da gente é pra continuar / E a nossa força não vai parar”.
  
   Tempos atrás, Ney Matogrosso revelou à colunista Mônica Bérgamo,
   na Folha de São Paulo: “Eu conheci um Cazuza que poucos conheceram.
  
   Um Cazuza desarmado, que, na intimidade, era a pessoa mais doce,
   que era encantador, por quem me apaixonei.
  
   Era carinhoso, bonitinho, sabe? Ele confiava em mim.
  
   Sabia que o que eu sentia era de verdade”.
  
   Quando Cazuza nasceu, ele tinha 17 anos.
  
   O “exagerado” viveu apenas 32.
  
   Ney vai completar 76 em agosto.
  
   Mas o amor dos dois é pra continuar.
  
   E a força deles juntos não vai parar.
  
   Feliz eterno “Dia dos Namorados”.
  
   Por Cleodon Coelho
   12/06/2017
  
   Universal Music Brasil
   Departamento de Imprensa e Comunicação
   Kélita Myra
   Luciana Bastos
   Hercilia Castro (Bribba)
   Susana Ribeiro
   ...

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