Seção Regional

Canais
Home
Notícias
Agenda de Shows
Mural de Fotos
Fotos Especiais
Sorteios Anteriores
Cadastro de Serviços
Anúncios
Fale Conosco

Cadastro de
Bandas

Enquete

- Qual é o maior motivo dos ingressos de shows estarem tão caros ??? - *Obrigado por participar!*

Alta do Dólar

Altas Produções

Exigências dos Músicos

Exigências dos Produtores

Porque estudantes pagam meia

enviar opnião


Pesquisar

Produto

Palavra-Chave

Catálogos

Compras
Meu Pedido
Cadastre-se
Lançamentos
Promoções
Como Comprar?



[28/12] - Documentário: Mussum – Um filme do Cacildis

  .
   Antes de ficar imortalizado como Mussum, o cantor,
   percussionista e humorista carioca Antônio Carlos Bernardes Gomes
   (7 de abril de 1941 – 29 de julho de 1994) foi o Carlinhos da Mangueira
   também conhecido como Carlinhos Reco-Reco.
  
   Em suma, Mussum foi também um original do samba criado nos
   morros da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ).
  
   Um carioca que se sentia em casa no Morro de Mangueira,
   onde já era querido antes de ser o humorista da TV.
  
   A reconstituição da pré-história musical desse artista
   multimídia é o maior mérito do documentário
   Mussum – Um filme do Cacildis, dirigido por Susanna Lira e exibido
   dia 29 de novembro, na abertura da edição carioca do
   festival Mimo no Cinema.
  
   Com exibição prevista nos cinemas para 2019, quando se
   completará 25 anos da saída de cena do adorável trapalhão,
   o filme acerta ao documentar Mussum com linguagem pop,
   explicitada nos videografismos de Daniel Sake,
   no molejo da trilha sonora de Pretinho da Serrinha e
   na narração de Lázaro Ramos.
  
   Simulando o tom narrativo de um programa científico,
   o ator concilia graça, ironia e consciência social
   (como nas falas em que sublinha o racismo enfrentado
   com valentia por Mussum) ao pontuar traços da trajetória improvável
   de um negro pobre, filho de empregada doméstica,
   rumo ao estrelato, primeiramente como sambista e,
   a partir dos anos 1970, como humorista.
  
   Antes de ficar eternizado como o Mussum do quarteto Os Trapalhões,
   cujo dominical programa de TV bateu recordes de audiência
   nas décadas de 1970 e 1980, o artista contribuiu para renovar
   a sonoridade do samba em fins dos anos 1970.
  
   Criado em 1965 a partir de ruidosa dissidência do conjunto
   Os 7 Modernos do Samba, o grupo Os Originais do Samba
   explodiu em 1968 ao ser convidado para acompanhar
   Elis Regina (1945 – 1982 na defesa de Lapinha (Baden Powell
   e Paulo César Pinheiro, 1968) na primeira edição do
   festival Bienal do Samba.
  
   O Brasil se encantou com o samba esquema novo
   dOs Originais do Samba, cuja batucada de ritmo ágil, alegre,
   exalava frescor pop inédito no gênero.
  
   Inclusive por conta das coreografias dos integrantes.
  
   Antenado, Jorge Ben Jor cedeu para o grupo Cadê Tereza?,
   samba que impulsionou as vendas do primeiro álbum
   dOs Originais do Samba, em 1969, se tornando o primeiro
   grande sucesso de lista que inclui Do lado direito da
   rua direita (Luiz Carlos e Chiquinho, 1972), Esperanças
   perdidas (Adeilton Alves e Délcio Carvalho, 1972) e
   Tragédia no fundo do mar (Assassinato do camarão) (Ibrain e Zeré, 1974).
  
   Os dois últimos sambas figuram no roteiro do filme de Susanna Lira
   aberto com take do samba-rock Tenha fé, pois amanhã um lindo dia
   vai nascer (Jorge Ben Jor, 1971), extraído do bate-papo
   musical dOs Originais do Samba em edição do programa
   Ensaio exibida em 1972.
  
   A abertura se conecta com o fim do filme ao som de outro
   samba de Jorge Ben Jor, Vou me pirulitar (1969),
   ouvido em take do mesmo Ensaio e usado para abordar poeticamente
   a precoce saída de cena de Mussum, aos 53 anos, em São Paulo (SP),
   vítima de problemas cardíacos.
  
   Mussum é retratado com generosidade no filme narrado pelo ator
   Lázaro Ramos
  
   Integrante dOs Originais do Samba até 1979, tendo gravado
   12 álbuns com o grupo, Mussum foi popstar antes de ser
   ídolo infantil como humorista.
  
   O filme mostra como Os Originais do Samba faziam um som
   tipo exportação que eletrizava brasileiros e estrangeiros,
   sobretudo quando esse som se ligava à alegria esfuziante
   do cantor Jair Rodrigues (1939 – 2014), com quem o grupo
   excursionou pelo Brasil e pelo mundo.
  
   Fiel à trajetória de Mussum, retratado com a lente da afetividade
   pela diretora Susanna Lira, o filme documenta bem a explosão
   do grupo Os Trapalhões, reacendendo a discussão sobre o teor
   racista de algumas piadas do programa.
  
   Contudo, a parte mais preciosa do roteiro, pelo maior
   valor documental e pela raridade das imagens, é a que enfatiza
   a originalidade de Mussum no mundo do samba, lembrando
   inclusive que foi ele o idealizador do banjo, instrumento
   de criação por vezes associada somente a Almir Guineto (1946 – 2017).
   ...

Saiba onde tem o melhor preço antes de comprar
  :: Outras Notícias ::
  [28/12] Documentário: Mussum – Um filme do Cacildis

 

Sites Interativos e Inteligentes

Desenvolvido por
FJF Web

www.kamymusic.com.br